sábado, 1 de janeiro de 2011

FELIZ LIVRO NOVO!!!!

Encerra-se mais um ano em sua vida...
Quando este ano começou, ele era todo seu.
Foi colocado em suas mãos...
Podia fazer dele o que quisesse...
Era como um Livro em Branco, e nele você podia ter um poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração.
Podia... 
Hoje não pode mais, já não é seu.
É um livro já escrito... Concluído...
Como um livro que tivesse sido escrito por você, ele um dia lhe será  lido, com todos os detalhes, e não poderá corrigi-lo.
Estará  fora de seu alcance.
Portanto... 
Antes que termine este ano, reflita, tome seu velho livro e folheie-o com cuidado... 
Deixe passar cada uma das páginas pelas mãos e pela consciência;
Faça o exercício de ler a você mesmo.
Leia tudo... 
Aprecie aquelas páginas de sua vida em que usou seu melhor estilo.
Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito. 
Não... Não tente arrancá-las, Seria inútil... Já estão escritas!
Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que lhe será entregue.
Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu, e evitar repetir as ruins. 
Para escrever o seu novo livro, você contará novamente com o instrumento do livre arbítrio.
Se tiver vontade de beijar seu velho livro, beije. 
Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele e, a seguir, coloque-o nas mãos do Criador.
Não importa como esteja... 
Ainda que tenha páginas negras, entregue e diga apenas duas palavras:
Obrigado e Perdão!!!     
Lembre-se que quando o novo ano chegar, lhe será entregue outro livro, novo, limpo, branco, todo seu, no qual você irá escrever o que desejar...
   

                                                        FELIZ LIVRO NOVO !!! 
              

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Um Fósforo, uma bala, um café e um jornal....

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um local para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Sonho Bom.
Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto gentil o saudou amavelmente: 
-Bem vindo!
Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado em seu quarto e impressionado com os procedimentos. Tudo muito rápido e prático.
No quarto, uma discreta opulência; uma cama impecavelmente limpa e uma lareira com um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre ela, pronto para ser riscado.
Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite começou a pensar que estava com sorte.
Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição, apesar de simples, estava deliciosa, como tudo o que tinha experimentado naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto. Fazia frio aquela noite e ele estava ansioso pelo fogo da lareira.
Qual não foi sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava reparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela.
Na manhã seguinte, o hospede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: ”Sua marca predileta de café. Bom apetite!” Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar o garçom perguntou qual a marca preferida de café.
Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. "Mas, como pode? É o meu jornal! Como eles adivinharam?” Mais uma vez, lembrou-se de que quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.
O cliente deixou o hotel encantado. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial?...
... Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.

 Apesar deste texto já ter rodado inúmeros sites, blogs, redes sociais. Ter sido comentado em rodas de amigos e uma centena de palestras, infelizmente ainda existem empresas que não se deram conta que, para atender bem e fidelizar um cliente,  precisa se diferenciar dos demais, mas não com campanhas ou ações complexas, basta fazer o simples, o famoso "arroz com feijão". Atitude e comprometimento!
Uma marca só se tornará um referencial se ela estiver atrelada a boas experiências vivenciadas pelo seu cliente/consumidor, caso contrário, continuará a ser uma commodity e sempre precisará brigar, entre tantas lutas, por preço e não por Valor!



sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Enfim um dia dedicado a você Vendedor!

Hoje é o dia que se comemora o dia do vendedor. Pena que apenas 35% dos vendedores saibam disso....
Ser vendedor, o que é isso? De forma muito resumida, vamos contextualizar como tudo começou.
Se voltarmos o tempo, lá nos primórdios, veremos que entre as tribos nômades já existia o que chamamos da arte de vender mas não como conhecemos hoje. Lá atrás, a venda era feita baseada na troca (escambo), ou seja, dava-se algo que se tinha em abundância em troca de um produto que necessitava. Nem sempre era fácil, pois por vezes tinha-se algo mas que outros não queriam.
Se alguém quisesse trocar uma vasilha por uma faca, por exemplo, teria que procurar por quem tivesse uma faca e verificar se essa pessoa estaria disposta a receber a vasilha em troca. Às vezes, o negócio acabava sem problemas:
– Tome a sua faca! Dê a minha vasilha!
Outras vezes, porém, não era interesse do dono da faca trocá-la por uma vasilha e sim por um colar de conchas do mar. Então, o dono da vasilha, que queria a faca, teria que procurar por alguém
que possuísse um colar de conchas do mar e que quisesse trocá-lo pela vasilha. Em seguida, se conseguisse trocar a vasilha, voltaria à casa do dono da faca e, finalmente, faria a troca pelo colar de conchas do mar.
Com o advento da moeda, por volta do século IVa.C., os povos começaram a realizar suas "trocas" por determinadas quantidades de moedas (nesta época existiam principalmente moedas de ouro, prata e bronze que representavam valores distintos de acordo com o metal a qual era cunhada). A partir daí, iniciou-se um processo diferente no mundo: A Venda!
Mas, contudo, uma coisa ainda não havia mudado, nesta época a venda era realizada de modo passivo, ou seja, determinada pessoa (ou grupo) buscava algo que precisava e dava determinado volume de moedas para quem era o dono da mercadoria (ou do serviço) sem que houvesse esforço da outra parte em desovar seu produto.
Diante a existência de grande quantidade de sobra de produção (leia-se produção como produtos em quantidade superior ao consumo e vendas), observou-se a necessidade de "ir ao mercado" e oferecer seu produto ou serviço. Traduzindo: "tinha-se que criar o desejo nas pessoas em adquirir o que sobrou ou que está encalhado".
 Juntamente com o período das grandes navegações, que ocorreu o fomento da venda e, consequentemente, do aparecimento de um personagem muito especial: O VENDEDOR!
Séculos de evolução deste personagem (e com a revolução industrial ocorrida em meados do século XVIII) o transformou na década de 40/50 no famoso "caxeiro viajante" (Brasil). Na mesma época, nos Estados Unidos, uma centena de vendedores batiam de porta em porta oferecendoos mais diversos tipos de produto.
Atualmente, muita coisa mudou (outras nem tanto assim). O vendedor tradicional, acostumado ao "compra aí que é bom", ou ainda, "compra pra me ajudar" e também o "Vou empurrar tudo o que posso neste cara pra bater minha meta este mês" (a famosa venda de uma só vez), se não está morto de vez, está com terra até o queixo.

 O mínimo que o mercado espera de um profissional de vendas hoje é:
  • Flexibilidade
  • Comprometimento
  • Paciência e persistência
  • Boa comunicação
  • Capacidade de persuasão
  • Ser um bom, ou melhor, excelente ouvinte
  • Auto-estima e educação continuada, além de saber vender sua própria imagem e não invadir o espaço do cliente
  • Simpatia
  • Otimismo
  • Persistência
  • Elegância e Boa Aparência
  • Conhecer a empresa e colaborar para a consecução da sua missão
  • Representar dignamente a empresa junto aos clientes, servindo de elo de ligação
  •  É preciso que ele conheça profundamente: O produto/serviço que está sendo oferecido. Saber suas especificações, uso, aplicações e benefícios, assim como seus pontos fracos (isso, aliás, é fundamental). Deve-se saber que preço nem sempre é tudo (alguém sempre vai ter um preço melhor do que o seu). Deve usar de todo seu talento para encantar o cliente. E o mais importante: tem que ter carisma, tornar-se, de fato, seu amigo e conselheiro comercial..... até mesmo para dizer-lhe quando não comprar.

    Que este dia 01 de outubro seja um dia de muita reflexão sobre que tipo de vendedor você é ou necessita ser..... e onde quer estar nos próximos 5 anos.



    FELIZ DIA DO VENDEDOR!

terça-feira, 8 de junho de 2010

Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.

Recebi este através de minha rede no LinkedIn. Após tê-lo lido, sinto-me na obrigação de compartilhá-lo com vocês. Prestem bastante atenção no contexto e vejam se já viu algo parecido em sua empresa.

“Contratei Laura há um par de anos. Sua bagagem técnica, somada à sua habilidade para fazer as coisas acontecerem, fez dela a escolha ideal para assumir a posição de gerente de projetos na minha equipe.

Mudanças À Vista
As coisas mudam. Seis meses mais tarde, a empresa foi reestruturada e minha equipe foi desmantelada e dividida entre várias outras. O time de talento que construi foi incorporado em outras equipes para ajudá-las a crescer. Laura foi alocada num grupo onde suas habilidades eram realmente demandadas. Ela se encaixou perfeitamente e imediatamente se tornou uma integrante produtiva nesta nova equipe.

E Mais Mudanças…
Mais mudanças. Essa nova equipe foi dissolvida. Seu novo chefe foi demitido. Laura foi transferida para um outro time. Desta vez, ela não se encaixou tão bem no grupo. Outros integrantes da equipe tinham as mesmas habilidades dela, portanto o que ela oferecia era mais redundante do que propriamente um talento único. Seu novo chefe a designou para uma tarefa que não estava alinhada com o seu perfil. Ela se esforçava sobre a mesma, mas não obtinha um desempenho à altura do seu padrão usual.
Semana passada, eu a vi. Laura estava do outro lado do saguão, longe demais para que pudesse falar com ela. Entretanto, sua linguagem corporal falava alto e era muito clara. Sua cabeça estava baixa. Seu sorriso a havia abandonado. Aquela vívida elasticidade sumira de seus movimentos. Mesmo para o nosso estilo casual, suas roupas pareciam pouco profissionais. A mulher talentosa, motivada e vencedora que eu havia contratado havia se transformado numa robô desmotivada.

Sem Mudanças
É realmente triste ver a Laura desta forma. Ela é uma boa mulher e estou seguro que se sente mal por não ter sido habilidosa o suficiente para lidar com a tarefa a qual foi designada. Entretanto, Pablo, é pela nossa empresa que me sinto triste. Eles perderam a funcionária brilhante, comprometida, que dá duro e com habilidade de fazer muitas coisas bem acima da média.
Ao invés de utilizar esta funcionária fora-de-série numa posição onde pudesse se superar, a empresa a deslocou para um lugar onde ela fracassou. Ao invés de realocá-la de volta para sua posição original ou experimentá-la numa nova função, a empresa a deixou onde está e efetivamente acabou rotulando-a como fracassada. Não tenho duvida alguma que Laura estará em breve numa outra empresa, tão logo consiga encontrar um posição adequada. Ela vai se dar bem lá. É uma profissional com grande potencial. Nossa empresa não podia se dar o luxo de perder pessoas de talento, mas nós perdemos a Laura… Por enquanto, nós ainda contamos com a sua presença, mas sua essência não está mais conosco.”


Lidando Com Esta Questão
Imagino que você ou vivenciou histórias semelhantes ou ouviu narrativas parecidas… A lição que quero dividir com você é simples. Encontre e recrute as melhores pessoas que puder. Coloque-as nos lugares onde elas podem dar o seu melhor e deixe-as fazer o trabalho para o qual foram contratadas. Ajude seu time a ter êxito e sua empresa terá êxito. É simples… mas não é fácil.

( fonte não publicada por falta de informações sobre o autor)