terça-feira, 8 de junho de 2010

Laura Não Trabalha Mais Aqui – Ao menos não a sua essência.

Recebi este através de minha rede no LinkedIn. Após tê-lo lido, sinto-me na obrigação de compartilhá-lo com vocês. Prestem bastante atenção no contexto e vejam se já viu algo parecido em sua empresa.

“Contratei Laura há um par de anos. Sua bagagem técnica, somada à sua habilidade para fazer as coisas acontecerem, fez dela a escolha ideal para assumir a posição de gerente de projetos na minha equipe.

Mudanças À Vista
As coisas mudam. Seis meses mais tarde, a empresa foi reestruturada e minha equipe foi desmantelada e dividida entre várias outras. O time de talento que construi foi incorporado em outras equipes para ajudá-las a crescer. Laura foi alocada num grupo onde suas habilidades eram realmente demandadas. Ela se encaixou perfeitamente e imediatamente se tornou uma integrante produtiva nesta nova equipe.

E Mais Mudanças…
Mais mudanças. Essa nova equipe foi dissolvida. Seu novo chefe foi demitido. Laura foi transferida para um outro time. Desta vez, ela não se encaixou tão bem no grupo. Outros integrantes da equipe tinham as mesmas habilidades dela, portanto o que ela oferecia era mais redundante do que propriamente um talento único. Seu novo chefe a designou para uma tarefa que não estava alinhada com o seu perfil. Ela se esforçava sobre a mesma, mas não obtinha um desempenho à altura do seu padrão usual.
Semana passada, eu a vi. Laura estava do outro lado do saguão, longe demais para que pudesse falar com ela. Entretanto, sua linguagem corporal falava alto e era muito clara. Sua cabeça estava baixa. Seu sorriso a havia abandonado. Aquela vívida elasticidade sumira de seus movimentos. Mesmo para o nosso estilo casual, suas roupas pareciam pouco profissionais. A mulher talentosa, motivada e vencedora que eu havia contratado havia se transformado numa robô desmotivada.

Sem Mudanças
É realmente triste ver a Laura desta forma. Ela é uma boa mulher e estou seguro que se sente mal por não ter sido habilidosa o suficiente para lidar com a tarefa a qual foi designada. Entretanto, Pablo, é pela nossa empresa que me sinto triste. Eles perderam a funcionária brilhante, comprometida, que dá duro e com habilidade de fazer muitas coisas bem acima da média.
Ao invés de utilizar esta funcionária fora-de-série numa posição onde pudesse se superar, a empresa a deslocou para um lugar onde ela fracassou. Ao invés de realocá-la de volta para sua posição original ou experimentá-la numa nova função, a empresa a deixou onde está e efetivamente acabou rotulando-a como fracassada. Não tenho duvida alguma que Laura estará em breve numa outra empresa, tão logo consiga encontrar um posição adequada. Ela vai se dar bem lá. É uma profissional com grande potencial. Nossa empresa não podia se dar o luxo de perder pessoas de talento, mas nós perdemos a Laura… Por enquanto, nós ainda contamos com a sua presença, mas sua essência não está mais conosco.”


Lidando Com Esta Questão
Imagino que você ou vivenciou histórias semelhantes ou ouviu narrativas parecidas… A lição que quero dividir com você é simples. Encontre e recrute as melhores pessoas que puder. Coloque-as nos lugares onde elas podem dar o seu melhor e deixe-as fazer o trabalho para o qual foram contratadas. Ajude seu time a ter êxito e sua empresa terá êxito. É simples… mas não é fácil.

( fonte não publicada por falta de informações sobre o autor)

domingo, 6 de junho de 2010

O Parafuso

Algumas vezes é um erro julgarmos o valor de uma atividade pelo tempo empregado para realizá-la.

Um bom exemplo é o caso de um técnico em informática que foi chamado às pressas para consertar um computador gigantesco e complexo, fundamental para o andamento da empresa que o solicitou e que custava mais de 12 milhões de dólares!
O técnico sentou em frente ao monitor, apertou algumas teclas, mexeu em algumas peças, murmurou algo consigo mesmo e desligou o aparelho.
Tirou do seu bolso uma pequena chave de fenda e girou uma volta e meia um minúsculo parafuso. Em seguida, religou o aparelho e constatou sua perfeita funcionalidade.
O Presidente da companhia, vendo a máquina em pleno funcionamento, pulou de alegria e quis pagar a fatura imediatamente.
- Quanto lhe devo pelo serviço? - Perguntou.
- São mil dólares pelo serviço efetuado.
- Mil dólares??? Mil dólares por uns poucos minutos de trabalho??? Tudo isso apenas para apertar um mísero parafusinho??? Até sei que este computador vale milhões mas, mesmo assim, esse valor é brutal face ao tempo gasto e ao que executou.
E continuou a falar em tom menos amigável:
- Concordarei em pagar desde que você me encaminhe uma fatura justificando o valor cobrado!
O técnico, sem dizer uma única palavra, concordou com a cabeça, levantou-se e foi embora.
Na manhã seguinte o presidente recebeu a fatura, leu com atenção, balançou a cabeça e mandou pagar imediatamente. Na fatura lia-se:
Detalhe dos serviços prestados:
1) Apertar um parafuso........................................ 1 Dólar
2) Saber qual parafuso apertar............................ 999 Dólares
 Lembre-se:
Ganha-se pelo que se sabe e não somente pelo que se faz.
Infelizmente é muito comum as empresas valorizarem apenas as pessoas que executam as tarefas mas se esquecem que são as que detém o conhecimento que faz com que os executores transformem as idéias em tarefas bem sucedidas.
 

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O Cego e o Publicitário

Seguindo a linha de textos já conhecidos mas ainda de boa utilização em nossas vidas corporatrivas, apresento-lhes a fábula a seguir. Boa leitura!


Certo dia, um cego estava sentado em uma das inúmeras calçadas de Paris. Próximo a seus pés havia um chapeu surrado pelo uso e um pedaço de madeira onde, com giz, podia-se ler em letras mal grafadas diante à dificuldade do cego: "Por favor, ajude-me, sou cego!"
Um publicitário da área de criação que passava em frente parou e viu que havia umas poucas moedas e todas de baixo valor no chapeu. Sem pedir licença, pegou o cartaz em suas mãos, virou-o, pegou o giz que estava no chão, escreveu algo e, sem dizer uma só palavra, retornou com o pedaço de madeira ao ponto que estava antes e foi embora antes mesmo do cego questionar quem mexera em suas coisas.
No meio da tarde, durante uma para da para o café, o publicitário voltou a passar em frente ao ponto onde estava o cego. Olhando o chapeu, ele pode constatar um cenário bem diferente ao que encontrata inicialmente. No lugar de mirradas esmolas o que se via eram várias notas e moedas de valores bem superiores às anteriores.
O cego, reconhecendo a pisada do publicitário, o fez parar e perguntou se fora ele o responsável por ter mexido em sua placa, mas sobretudo queria saber o que ele havia feito. Dissera que durante muitos anos ele conseguia, no máximo, aquelas mirradas esmolas mas depois da passagem daquele homem, muito mais moedas e até notas começaram a ser colocadas no chapeu.
O publicitário esboçou um leve sorriso de satisfação, abaixou-se ao lado de pedinte e, com amabilidade na voz, disse simplesmente: "Reescrevi sua mensagem. Nada que já não estivesse de acordo com o que você já tinha escrito, apenas utilizei outras palavras". Então levantou-se, despediu-se do homem e seguiu seu caminho.

O cego passou semanas sem ter a menor idéia do que estava escrito naquele pedaço de madeira. Sabia apenas que após a passagem daquele bom homem, sua vida melhorara sensivelmente. Angustiado em saber o que estava escrito, conseguiu parar um transeunte e pediu que ele lê-se o que estava grafado no pedaço de madeira e então ele escutou do locutor: "Hoje é primavera em Paris.... e eu não posso vê-la".

Fica aqui apenas uma lição: Se os resultados pretendidos estão divergindo do planejado, não espere, MUDE JÁ SUA ESTRATÉGIA!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Não seja você um macaco

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas.
Sempre que um macaco subia na escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos 4 restantes, que estavam no chão.
Depois de certo tempo, quando um macaco tentava subir a escada, os demais enchiam-no de pancadas. Passado algum tempo, nenhum macaco subia mais as escadas, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos.
A primeira coisa que o novo macaco fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.
Um segundo macaco foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo da surra ao novato.
Um terceiro foi trocado e o fato se repetiu. Um quarto e, finalmente, o úitimo dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram então com um grupo de cinco macacos, que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naqueles que tentassem chegar às bananas.

Se fosse possível perguntar a qualquer um deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “NÃO SEI, AS COISAS SEMPRE FORAM ASSIM POR AQUI...”.

Conclusões:
De diversas formas sutis, fomos condicionados a acreditar em certas coisas sobre nós mesmos e nosso ambiente. Dois efeitos desse condicionamento:

- Há eventos que não podemos controlar, mas que acreditamos poder.
Perdemos tempo nos queixando da temperatura, do tempo que perdemos ou tentando inutilmente controlar ou manipular nossos amigos, funcionários ou filhos;

- Há eventos que podemos controlar, mas que acreditamos não poder.
Muitos de nós, por exemplo, se sentem presos a carreiras ou empregos dos quais não gostamos realmente, mas na verdade isso é uma escravidão auto-imposta.
Desistimos em tentar mudar quando nossas opções, de forma nenhuma, se esgotaram.
Devemos compreender que o controle dos eventos está diretamente ligado a nossa auto-estima.

A medida que obtemos maior controle sobre os eventos da nossa vida, melhoramos nossa organização pessoal, ficamos mais produtivos e passamos a ter mais tempo para coisas que são realmente valiosas para nós.